OS PENÁLTIS NOS DESCONTOS

O lance do vídeo (ver abaixo) espelha bem a diferença entre aquilo que é a letra da lei e o que deve ser a sua aplicação prática.

Foquemos na lei 14 – Pontapés de penálti.

Diz mais ou menos isto:

“O árbitro pode conceder tempo adicional para permitir que um pontapé de penálti seja executado no final de cada parte do jogo ou do prolongamento.”

Quando o faz, considera-se que o penálti está concluído mal a bola termine o seu movimento, deixe de estar em jogo, for jogada por qualquer jogador que não o GR ou quando o árbitro interromper o jogo devido a uma infração.

Na pratica, o jogo deve acabar mal o penalti termine o seu efeito.

Única exceção: se um jogador da equipa que defende (incluindo o guarda-redes) cometer uma infração e o pontapé de penálti for falhado/defendido, o penálti é repetido.

De resto, termina sempre.

Esta situação, por ser atípica, pressupõe que o árbitro informe todos os jogadores (antes do penálti ser executado) que o jogo terminará mal este produza o seu efeito.

Na prática é (devia ser) diferente.

O bom senso devia dizer para deixar seguir o lance imediatamente a seguir, dar mais uns segundos e acabar a partida em condições expetáveis por todos: jogadores, técnicos, adeptos…

O melhor árbitro não é o que apita com o livro debaixo do braço. É o que arbitra aplicando as regras… com bom senso.

 

Vídeo: Televisa Deportes

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