DOIS LANCES DE BRAGA

Aos 14′, João Carlos Teixeira caíu na área do Vitória.

O lance não é de fácil análise, nem após o visionamento da imagem.

No entanto, a opinião é de que houve motivo para que se assinalasse pontapé de penálti.

O João foi tocado no seu pé direito pelo pé esquerdo de Wakaso. E isso parece ser inegável se olharmos, com atenção, para os pés de ambos.
Tendo em conta que há velocidade na jogada e que o pé que toca vem em sentido contrário ao que sofreu o toque, penso que isso terá sido suficiente para desequilibrar, em falta.

O problema foi que o jogador do Braga pareceu dramatizar a queda, empolando a situação e foi isso que iludiu o árbitro.

Este é um dos erros que, em campo, é aceitável porque, à primeira, o desenho da jogada sugeria que se tratava de simulação.

O VAR não terá ficado com a certeza inequívoca que o contacto foi suficiente para ser infração e por isso, terá optado por não intervir.

 

Estupiñán partiu de posição legal e acabou por cair, após choque com Matheus, que saíra da sua área para intercetar a jogada.

Outro lance que apenas várias repetições ajudaram a esclarecer. Na nossa opinião, o GR do Braga chegou mais tarde (foi o avançado do Vitória que acabou por tocar a bola em primeiro lugar) e acabou por travar, em falta, o seu adversário.

O lance não devia ter recomeçado com pontapé de baliza mas sim com pontapé livre direto, favorável ao Vitória.
O GR do Braga devia ter sido expulso, por corte de clara oportunidade de golo.

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