Análise de alguns dos lances de jogo.
3’ – Bola no braço de André Sousa.
Luisão cabeceou a bola, que foi ao braço direito do defesa. O jogador do Vitória tinha o braço encolhido, junto ao corpo e não fez qualquer movimento deliberado. Bem decidido.

14’ – Lance que deixou algumas dúvidas.
Semedo, colocado atrás de Jonas, parece ter puxado o brasileiro do Benfica (pelo ombro esquerdo). A forma como o avançado caíu (para trás) sugere que tenha sido puxado. Nenhuma imagem esclareceu, de forma evidente, se houve ou não infração.

30’ – Nené encostou o ombro esquerdo nas costas de Krovinovic.
O lance ocorreu sobre a linha da área (portanto dentro) e a sua intensidade deixa muitas dúvidas: terá esse contacto sido suficiente para derrubar, em falta, o avançado do Benfica ou este caíu ao sentir o toque e sem que houvesse infração?
Outro lance de muita dúvida, em que se aceitaria qualquer leitura que o árbitro fizesse.

74’ – Podstawski, em desequilíbrio após “corpo a corpo” com Rafa, caíu e nesse momento tocou com a mão direita na bola.
Na nossa opinião, não o fez de forma deliberada mas sim como instinto, para amparar a queda. Não houve motivo para pontapé de penálti mas seria pontapé de canto.

80’ – Varela impediu, com o braço esquerdo, que João Amaral chegasse à bola.
Lance passível de pontapé de penálti e de cartão amarelo para o GR. A situação não era passível de expulsão porque, no momento em que se consumou a falta, Jardel tinha cortado a bola e afastado-a da área. Por força disso, o avançado sadiono não teria possibilidades de controlar a bola e fazer golo.




